Total de visualizações de página

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Informações sobre instituições de apoio, programas governamentais

          Muitos jovens fazem uso regular de maconha, e se importam apenas com o bem-estar imediato causado pela droga. E relevam os problemas que a droga está causando, ou que vai levar a causar caso o uso evolua para a dependência. E pode evoluir a qualquer momento.                                   Você deve, portanto, tentar parar o quanto antes com o uso da maconha. Venha a ser legalizada ou não, é uma droga, e faz mal. Muitos usuários tentam largar a droga, mas não conseguem fazer isso sozinhos e têm recaídas. Recaídas acontecem, o importante é persistir, e saber que você não está sozinho. Você tem a ajuda de instituições de apoio e programas governamentais.


          Um bom modo de começar é ligando para o VIVA VOZ - 0800 510 0015. Tire suas dúvidas sobre o assunto com pessoas que entendem disso. É totalmente gratuito e você pode falar sem medo, pois não vai ser identificado.




          Freqüentar comunidades terapêuticas também é uma boa opção – lá, usuários de drogas que querem deixar o vício são sempre bem-vindos. Você poderá compartilhar seus problemas com pessoas que também querem mudar, ouvir conselhos. No Paraná há muitas dessas comunidades, como o CRAVI- Casa de Recuperação Água da Vida, em Curitiba; e vários outros programas associados à FEBRACT (federação brasileira de comunidades terapêuticas), como o Lar Dom Bosco Comunidade Terapêutica. Esse método adotado por estas instituições enfrenta os motivos da drogadição, sendo considerados por muitos como melhor método ao de internamento para desintoxicação.




          Os programas do governo também priorizam o primeiro tipo de método. A política em vigor é a dos Centros de Atenção Psicossociais (CAPs) , que rejeitam as práticas de hospitalização tradicionais: os usuários possuem atendimento personalizado, com psiquiatras e terapeutas ocupacionais, e ficam nos centros durante a manhã e a tarde. Em Curitiba, a Secretaria Municipal Anti-drogas também está investindo em comunidades terapêuticas. Procura-se melhorar as condições dessas comunidades e aumentar o número de CAPs, pois ainda há muitas cidades sem esses centros no Brasil.



          Lembre-se que essas equipes oferecem apoio e ajuda, mas que a decisão de largar a droga tem que partir de você. Nunca foi fácil deixar o mundo das drogas, mas tudo isto está pronto para ajudá-lo.





Texto por BRENO SATY KLIEMANN - Equipe Viver não é uma droga

Créditos das imagens:

http://www.antidrogas.com.br/mostraartigo.php?c=1743

Nenhum comentário:

Postar um comentário